Mudança de comportamento de menina de 12 anos revela abuso cometido por primo em Santa Terezinha - MT

Publicado em 28/09/2026 por Rádio Nova FM

Notícias do Estado

Mudança drástica de comportamento alertou os pais, que procuraram as autoridades no último fim de semana. O crime é tratado como estupro de vulnerável.

Fonte: Foto Ilustrativa

Um caso de violência sexual envolvendo uma menina de 12 anos e seu primo, de 25 anos, veio à tona no último fim de semana em Santa Terezinha (MT). O episódio, que é investigado pela Polícia Civil como estupro de vulnerável, escancara mais uma vez os riscos de abusos cometidos no âmbito intrafamiliar, muitas vezes acobertados pela falsa sensação de segurança do ambiente doméstico.

De acordo com as informações repassadas pela Polícia Militar, a denúncia foi formalizada na noite de sábado (26/09), após a família notar sinais evidentes de sofrimento psicológico na vítima.

Sinais de alerta e a denúncia

O crime teria acontecido no final do mês de agosto, nas dependências da residência da avó materna da vítima local que costumava ser frequentado por ambos. Segundo o relato prestado às autoridades, o suspeito aproveitou-se do momento para isolar a menina em um dos cômodos da casa, sufocando pedidos de socorro com as mãos antes de cometer a violência, seguida de ameaças para que o caso permanecesse em segredo.

A reviravolta na situação ocorreu graças à percepção atenta do pai da vítima. Ele notou que a filha apresentou uma alteração repentina de comportamento, passando a recusar sistematicamente as visitas à casa da avó hábito rotineiro em sua rotina para evitar o contato com o primo. Diante do afastamento e da relutância da menina, a família insistiu no diálogo até que o abuso fosse revelado.

Próximos passos legais

Com o apoio imediato do Conselho Tutelar, que acompanhou os responsáveis e a menor desde o registro da ocorrência, o boletim foi consolidado no quartel da PM.

Como o crime não ocorreu em situação de flagrante delito visto que a denúncia foi formalizada semanas após a data dos fatos, o suspeito não foi preso de imediato. O caso foi integralmente remetido à Delegacia de Polícia Civil da região, que conduzirá o inquérito para reunir provas, ouvir testemunhas e solicitar as medidas judiciais cabíveis ao caso.